sábado, 8 de novembro de 2008

A Vida Me Ensinou...







A vida me ensinou...

A dizer adeus às pessoas que amo,

Sem tirá-las do meu coração;

Sorrir às pessoas que não gostam de mim,

Para mostrá-las que sou diferente do que elas pensam;

Fazer de conta que tudo está bem quando isso não é verdade,

Para que eu possa acreditar que tudo vai mudar;

Calar-me para ouvir;

Aprender com meus erros .

Afinal eu posso ser sempre melhor.

A lutar contra as injustiças;

Sorrir quando o que mais desejo é gritar

todas as minhas dores para o mundo,

A ser forte quando os que amo estão com problemas;

Ser carinhosa com todos que precisam do meu carinho;

Ouvir a todos que só precisam desabafar;

Amar aos que me machucam ou querem fazer de mim depósito

De suas frustrações e desafetos;

Perdoar incondicionalmente,

Pois já precisei desse perdão;

Amar incondicionalmente,

Pois também preciso desse amor;

A alegrar a quem precisa;

A pedir perdão;

A sonhar acordada;

A acordar para a realidade (sempre que fosse necessário);

A aproveitar cada instante de felicidade;

A chorar de saudade sem vergonha de demonstrar;

Me ensinou a ter olhos para "ver e ouvir estrelas", e

mbora nem sempre consiga entendê-las;

A ver o encanto do pôr-do-sol;

A sentir a dor do adeus e do que se acaba,

sempre lutando para preservar tudo o que é importante

para a felicidade do meu ser;

A abrir minhas janelas para o amor;

A não temer o futuro;

Me ensinou e esta me ensinando a aproveitar o presente,

Como um presente que da vida recebi,

E usá-lo como um diamante que eu mesma tenha que lapidar,

Lhe dando forma da maneira que eu escolher.


Sou feliz!!! Amo minha vida, minha família,

Meus amigos, meu amor, meus colegas, meus rivais!!!




CHARLIE CHAPLIN


sábado, 1 de novembro de 2008

AUSÊNCIA




Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta
Hoje não a lastimo.


Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,


que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.






Carlos Drummond de Andrade



quarta-feira, 29 de outubro de 2008

O Silêncio



Aprende com o silêncio a ouvir os sons interiores da sua alma,
a calar-se nas discussões e assim evitar tragédias e desafetos.

Aprende com o silêncio a respeitar a opinião dos outros,
por mais contrária que seja da sua.

Aprende com o silêncio que a solidão não é o pior castigo,
existem companhias bem piores...

Aprende com o silêncio que a vida é boa,
que nós só precisamos olhar para o lado certo,
ouvir a música certa, ler o livro certo, que pode ser qualquer livro,
desde que você o leia até o fim.

Aprende com o silêncio que tudo tem um ciclo,
como as marés que insistem em ir e voltar,
os pássaros que migram e voltam ao mesmo lugar,
como a Terra que faz a volta completa sobre o seu próprio eixo...
Complete a sua tarefa.

Aprende com o silêncio a respeitar a sua vida,
valorizar o seu dia,
enxergar em você as qualidades que possui,
equilibrar os defeitos que você tem e sabe que precisa corrigir e enxergar aqueles que você ainda não descobriu.

Aprende com o silêncio a relaxar,
mesmo no pior trânsito,
na maior das cobranças,
na briga mais acalorada,
na discussão entre familiares.

Aprende com o silêncio a respeitar o seu "eu",
a valorizar o ser humano que você é,
a respeitar o Templo que é o seu corpo e o santuário que é a sua vida.

Aprende hoje com o silêncio,
que gritar não traz respeito,
que ouvir ainda é melhor que muito falar.
E em respeito a você, eu me calo,
me silencio,
para que você possa ouvir o seu interior que quer lhe falar,
desejar-lhe um dia vitorioso e confirmar que VOCÊ É ESPECIAL.





Paulo Roberto Gaefke


sábado, 25 de outubro de 2008

Asas Partidas - Gibran Khalil Gibran





"O coração da mulher não muda com o tempo
E não se transforma com as estações. Agoniza longamente,
mas não morre.
O coração da mulher é semelhante aos campos onde
Os homens travam suas guerras e perpetram suas matanças.
Arrancam-lhes as árvores,
Queimam-lhes a grama,
Mancham-lhes as pedras de sangue,
Plantam ossos e crânios no seu solo.
Mas eles permanecem tranquilos e pacíficos e, neles,
A primavera continua a ser primavera..."




Asas Partidas - Gibran Khalil Gibran





sexta-feira, 24 de outubro de 2008