“Um homem não se mede pelas vezes que cai,
mais sim pela elegância com que se levanta!"
(Charlie Chaplin)
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
PROVÉRBIO ÁRABE
Não digas tudo o que sabes;
Não faças tudo o que podes;
Não acredites em tudo o que ouves;
Não gastes tudo o que tens;
Porque:
Quem diz tudo o que sabe;
Quem faz tudo o que pode;
Quem acredita em tudo o que ouve;
Quem gasta tudo o que tem;
Muitas vezes,
Diz o que não convém;
Faz o que não deve;
Julga o que não vê;
Gasta o que não pode.
PROCEDA ASSIM! - SEJA FELIZ!
Como Manter-se Jovem
1. Experimente de tudo duas vezes. Na lápide de Madams (de "Whelan's and Madam") ela diz que gostaria de ter o seguinte epitáfio: Experimentei de tudo em dobro... amei as duas vezes!
2. Mantenha apenas os amigos alegres. Os tristes te deprimem. (tenha isso em mente e certifique-se que você não é um desses depressivos)
3. Continue aprendendo: aprenda mais sobre computadores, artes, jardinagem, qualquer coisa. Nunca deixe o cérebro desocupado. "Uma mente vazia é o ambiente propício para instalação do mal." E o nome desse mal é Alzheimer!
4. Curta as coisas simples.
5. Ria com freqüência, em alto e bom som. Ria até perder o fôlego. E se você tiver um amigo que te faça rir, procure estar bastante tempo na companhia dele/dela.
6. Se vierem lágrimas: Resista, recupere-se e siga em frente. A única pessoa que está com você a tua vida inteira é você mesmo. VIVA enquanto estiver vivo!
7. Cerque-se de coisas que você ama: não importa se é sua família, seus amigos, seus animais de estimação, música, plantas, hobbies, o que quer que seja. Sua casa é seu refúgio!
8. Cuide da sua saúde: se ela está bem, preserve-a. Se está instável, melhore-a. Se está além das tuas possibilidades fazê-la melhor, procure ajuda.
9. Não vá a lugares onde não se sinta bem. Saia para ir ao shopping, mesmo que seja num outro bairro, numa outra cidade, mas NÃO vá a lugares que te deprimam.
10. Às pessoas que você ama, diga que as ama, sempre que tiver oportunidade.
2. Mantenha apenas os amigos alegres. Os tristes te deprimem. (tenha isso em mente e certifique-se que você não é um desses depressivos)
3. Continue aprendendo: aprenda mais sobre computadores, artes, jardinagem, qualquer coisa. Nunca deixe o cérebro desocupado. "Uma mente vazia é o ambiente propício para instalação do mal." E o nome desse mal é Alzheimer!
4. Curta as coisas simples.
5. Ria com freqüência, em alto e bom som. Ria até perder o fôlego. E se você tiver um amigo que te faça rir, procure estar bastante tempo na companhia dele/dela.
6. Se vierem lágrimas: Resista, recupere-se e siga em frente. A única pessoa que está com você a tua vida inteira é você mesmo. VIVA enquanto estiver vivo!
7. Cerque-se de coisas que você ama: não importa se é sua família, seus amigos, seus animais de estimação, música, plantas, hobbies, o que quer que seja. Sua casa é seu refúgio!
8. Cuide da sua saúde: se ela está bem, preserve-a. Se está instável, melhore-a. Se está além das tuas possibilidades fazê-la melhor, procure ajuda.
9. Não vá a lugares onde não se sinta bem. Saia para ir ao shopping, mesmo que seja num outro bairro, numa outra cidade, mas NÃO vá a lugares que te deprimam.
10. Às pessoas que você ama, diga que as ama, sempre que tiver oportunidade.
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
Amadurecimento - Mário Quintana
Aprenda a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você...
A idade vai chegando e, com o passar do tempo, nossas prioridades na vida vão mudando...
A vida profissional, a monografia de final de curso, as contas a pagar. Mas uma coisa parece estar sempre presente...
A busca pela felicidade com o amor da sua vida. Desde pequenas ficamos nos perguntando "quando será que vai chegar?". E a cada nova paquera, vez ou outra nos pegamos na dúvida "será que é ele?". Como diz o meu pai: "nessa idade tudo é definitivo", pelo menos a gente achava que era.
Cada namorado era o novo homem da sua vida. Faziam planos, escolhiam o nome dos filhos, o lugar da lua-de-mel e, de repente... PLAFT! Como num passe de mágica ele desaparecia, fazendo criar mais expectativas a respeito " do próximo".
Você percebe que cair na guerra quando se termina um namoro é muito natural, mas que já não dura mais de três meses.
Agora, você procura melhor e começa a ser mais seletiva. Procura um cara formado, trabalhador, bem resolvido, inteligente, com aquele papo que a deixa sentada no bar o resto da noite.
Você procura por alguém que cuide de você quando está doente, que não reclame em trocar aquele churrasco dos amigos pelo aniversário da sua avó, que jogue "imagem e ação" e se divirta como uma criança, que sorria de felicidade quando te olha, mesmo quando está de short, camiseta e chinelo.
A liberdade, ficar sem compromisso, sair sem dar satisfação já não tem o mesmo valor que tinha antes. A gente inventa um monte de desculpas esfarrapadas, mas continuamos com a procura incessante por uma pessoa legal, que nos complete e vice-versa.
Enquanto tivermos maquiagem e perfume, vamos à luta... E haja dinheiro para manter a presença em todos os eventos da cidade: churrasco, festinhas, boates na quinta-feira. Sem falar na diversidade que vai do Forró ao Beatles. Mas o melhor dessa parte é se divertir com as amigas, rir até doer a barriga, fazer aqueles passinhos bregas de antigamente e curtir o som...
Olhar para o teto, cantar bem alto aquela música que você adora.
Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquele cara que você ama (ou acha que ama), e que não quer nada com você, definitivamente não é o homem da sua vida.
Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você.
O segredo é não correr atrás das borboletas... É cuidar do jardim para que elas venham até você. No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você.
(Mário Quintana)
A idade vai chegando e, com o passar do tempo, nossas prioridades na vida vão mudando...
A vida profissional, a monografia de final de curso, as contas a pagar. Mas uma coisa parece estar sempre presente...
A busca pela felicidade com o amor da sua vida. Desde pequenas ficamos nos perguntando "quando será que vai chegar?". E a cada nova paquera, vez ou outra nos pegamos na dúvida "será que é ele?". Como diz o meu pai: "nessa idade tudo é definitivo", pelo menos a gente achava que era.
Cada namorado era o novo homem da sua vida. Faziam planos, escolhiam o nome dos filhos, o lugar da lua-de-mel e, de repente... PLAFT! Como num passe de mágica ele desaparecia, fazendo criar mais expectativas a respeito " do próximo".
Você percebe que cair na guerra quando se termina um namoro é muito natural, mas que já não dura mais de três meses.
Agora, você procura melhor e começa a ser mais seletiva. Procura um cara formado, trabalhador, bem resolvido, inteligente, com aquele papo que a deixa sentada no bar o resto da noite.
Você procura por alguém que cuide de você quando está doente, que não reclame em trocar aquele churrasco dos amigos pelo aniversário da sua avó, que jogue "imagem e ação" e se divirta como uma criança, que sorria de felicidade quando te olha, mesmo quando está de short, camiseta e chinelo.
A liberdade, ficar sem compromisso, sair sem dar satisfação já não tem o mesmo valor que tinha antes. A gente inventa um monte de desculpas esfarrapadas, mas continuamos com a procura incessante por uma pessoa legal, que nos complete e vice-versa.
Enquanto tivermos maquiagem e perfume, vamos à luta... E haja dinheiro para manter a presença em todos os eventos da cidade: churrasco, festinhas, boates na quinta-feira. Sem falar na diversidade que vai do Forró ao Beatles. Mas o melhor dessa parte é se divertir com as amigas, rir até doer a barriga, fazer aqueles passinhos bregas de antigamente e curtir o som...
Olhar para o teto, cantar bem alto aquela música que você adora.
Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquele cara que você ama (ou acha que ama), e que não quer nada com você, definitivamente não é o homem da sua vida.
Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você.
O segredo é não correr atrás das borboletas... É cuidar do jardim para que elas venham até você. No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você.
(Mário Quintana)
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