terça-feira, 6 de maio de 2008

À Descoberta Do Amor - Mahatma Gandhi



Ensaia um sorriso
e oferece-o a quem não teve nenhum.


Agarra um raio de sol
e desprende-o onde houver noite.

Descobre uma nascente
e nela limpa quem vive na lama.

Toma uma lágrima
e pousa-a em quem nunca chorou.

Ganha coragem
e dá-a a quem não sabe lutar.

Inventa a vida
e conta-a a quem nada compreende.

Enche-te de esperança
e vive à sua luz.

Enriquece-te de bondade
e oferece-a a quem não sabe dar.

Vive com amor
e fá-lo conhecer ao Mundo.

(Mahatma Gandhi)

Se em algum momento na história da humanidade
se pode dizer que uma Nação teve um porta-voz,
esta Nação foi a Índia e seu porta-voz consensual
na primeira metade do século XX foi
Mohandas Karamchand Gandhi - Mahatma, a “Grande Alma”.
Temos no mundo duas grandes Tradições Esotéricas: a Ocidental
que remonta às Escolas de Mistério do Antigo Egito e da Caldéia.
A Tradição Oriental se apresenta de maneira distinta,
fascinando aos que dela se aproximam,
principalmente na China, no Tibete, no Japão e na Índia,
enquanto no Ocidente se tinha de enfrentar perseguições
as mais diversas à Tradição.

sexta-feira, 2 de maio de 2008

quarta-feira, 30 de abril de 2008

As mais lindas palavras ... (Leonardo Da Vinci)



"As mais lindas palavras de amor são ditas no silêncio de um olhar."

(Leonardo Da Vinci)

sábado, 26 de abril de 2008

Ao Amor Antigo - Carlos Drummond de Andrade

O amor antigo vive de si mesmo,
não de cultivo alheio ou de presença.
Nada exige nem pede. Nada espera,
mas do destino vão nega a sentença.

O amor antigo tem raízes fundas,
feitas de sofrimento e de beleza.
Por aquelas mergulha no infinito,
e por estas suplanta a natureza.

Se em toda parte o tempo desmorona
aquilo que foi grande e deslumbrante,
o antigo amor, porém, nunca fenece
e a cada dia surge mais amante.

Mais ardente, mas pobre de esperança.
Mais triste? Não. Ele venceu a dor,
e resplandece no seu canto obscuro,
tanto mais velho quanto mais amor.

(Carlos Drummond de Andrade)

sexta-feira, 25 de abril de 2008

O Conhecimento Próprio - Gibran Kahlil Gibran



E um homem disse:

- Fala-nos do Conhecimento Próprio.

E ele respondeu dizendo:

- O vosso coração conhece em silêncio
os segredos do dia e da noite.

Mas os vossos ouvidos esperam escutar
o eco do conhecimento do coração.

Gostaríeis de conhecer por meio de palavras
o que sempre conhecestes em pensamento.

Gostaríeis de tocar com os dedos
o corpo nu dos vossos sonhos.

E está bem que gosteis.

A fonte secreta da vossa alma
deve brotar e correr murmurando
para o mar.

E o tesouro das vossas profundezas infinitas
que ser revelado aos vossos olhos.

Mas não há balança para pesar
o vosso desconhecido tesouro.

E não procureis os abismos do vosso conhecimento
com a vara ou som a sonda.
Porque o eu é um mar sem limites
e sem medida.

Não digais:
- Achei a verdade
mas antes:
- Achei uma verdade.

Não digais:
- Encontrei o caminho da alma
dizei antes:
- Encontrei a alma a andar no meu caminho.

Porque a alma
pisa todos os caminhos.

A alma não anda sobre uma linha
mas cresce como a cana.

A alma desdobra-se como lótus
de inumeráveis pétalas.

(Gibran Kahlil Gibran)